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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Economia da Cultura

Presidente do Sebrae apresenta ao ministro da Cultura estudo para capacitar artistas e produtores culturais

Capacitar o setor artístico, potencializar a Economia da Cultura e formalizar profissionais da área cultural foram os principais temas abordados durante encontro entre o ministro da Cultura, Juca Ferreira, e o presidente do Sebrae, Paulo Okamoto. A reunião aconteceu nessa terça-feira, 4 de agosto, em Brasília, e contou também com a presença do secretário executivo, Alfredo Manevy, e dos secretários de Fomento e Incentivo à Cultura e de Políticas Culturais, Roberto Nascimento e José Luiz Herencia, respectivamente.

Na ocasião, o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas apresentou ao ministro da Cultura a publicação Termo de Referência para Atuação dos Sistema Sebrae na Cultura e Entretenimento. O documento sugere promover a qualificação e atualização de profissionais, empreendedores do setor artístico, com foco em gestão empresarial, inclusão digital, novos modelos de negócio, propriedade intelectual e comércio exterior, de modo a melhorar sua inserção nos mercados interno e externo.

Para Okamoto, o Sebrae pode ajudar artistas e produtores culturais a desenvolver projetos de maneira economicamente viável, possibilitando “uma potencialização na economia da cultura”. De acordo com ele, o setor cultural brasileiro tem enorme potencial de crescimento e está em expansão. “O Sebrae pode ser usado como braço do governo, vocês criam a política e nós capacitamos”, afirmou.

O secretário executivo do MinC exemplificou como o Sebrae poderia ajudar projetos culturais a se desenvolver economicamente: “Existem, por exemplo, mais de 100 festivais de música em todo o país, poderíamos potencializar esses eventos, realizando rodadas de negócio entre os artistas da área”, disse Manevy.

Durante o encontro, o presidente do Sebrae também falou a respeito do Vale-Cultura - lançado no último dia 23 de julho, em São Paulo, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O Projeto de Lei prevê que cada trabalhador tenha acesso a um um cartão, com saldo de até R$ 50,00 por mês, a ser utilizado no consumo de bens e serviços culturais. Para Okamoto o Vale é uma ótima ideia, pois poderá dar novos rumos à chamada Economia da Cultura à medida em que for utilizado.

Fonte: Comunicação Social/MinC

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